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junho 28, 2025

LE CLOCHARD - ATELIER ABERTO

 

ATELIER LE CLOCHARD

FICHA DE INSCRIÇÃO


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FICHA DE INSCRIÇÃO


Nome:__________________________________________

Idade: _____________ Data de nascimento____________

 

Horário de preferência

M ( )                 T ( )         Dia Integral ( )            Semana ( )

Se menor de idade,     

Nome do responsável

_______________________________________________

Endereço completo, telefone ou redes sociais

_______________________________________________

_______________________________________________

Estudante: Nome da Escola_________________________

Adulto 60+: Endereço completo, telefone ou redes sociais

_______________________________________________

_______________________________________________

Escolaridade ___________________________

Profissão _____________ Estado civil _________________

Qual o objetivo de frequentar o Atelier Aberto; o que espera adquirir

Maior convívio social ( )            Praticar uma atividade artística ( )

Ocupar o tempo livre ( )                        Adquirir um Hobby ( )

Outro ( ) __________________________________________

 

 

Datar e Assinar

______________________

 

ATELIER ABERTO - LE CLOCHARD

 

ATELIER ABERTO 


PROGRAMAÇÃO EM JULHO


CRIANÇAS A PARTIR DE 6 ANOS & ADULTOS 60+

 UMA ATIVIDADE POR DIA

HORÁRIOS:

MANHà    8:00 ÀS 11:00

OU   

TARDE       13 ÀS 16 HORAS

 

SEGUNDA-FEIRA               DESENHO

TERÇA-FEIRA                     PINTURA

QUARTA-FEIRA                  MODELAGEM

QUINTA-FEIRA                   ARTESANATO EM MDF

SEXTA-FEIRA                      BORDADO (PONTO DE CRUZ)

 

OPÇÕES DE UM DIA INTEIRO OU A SEMANA INTEIRA   

TRAZER LANCHE A SER DIVIDIDO COM OS COLEGAS

 

ENTRADA GRATUITA

TRAZER O MATERIAL SUGERIDO

 

 & CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO 

ATELIER LE CLOCHARD ATELIER ABERTO EM JULHO

 

ATELIER LE CLOCHARD 

ATELIER ABERTO EM JULHO

 

Horário: 8 às 11 e 13 às 16 horas

 

DESENHO:

VÁRIAS TÉCNICAS

Grafite – nanquim - carvão

LIVRE – OBSERVAÇÃO – IMAGINAÇÃO & MEMÓRIA

PINTURA

GUACHE – ACRÍLICA – AQUARELA -

         TECIDO – MADEIRA – PAPEL – CARTÃO & TELA

ARTESANATO EM MDF

MODELAGEM

BORDADO EM PONTO DE CRUZ

ENTRADA GRATUITA

 

junho 19, 2025

A MAÇÃ DO AMOR TEM UMA HISTÓRIA

 Uma história tão encantadora quanto seu brilho vermelho!

 

Ela surgiu no Brasil por volta da década de 1950, graças à criatividade da família espanhola Farre, que se estabeleceu em São Paulo.

Inspirados pelo doce chinês Tanghulu — frutas cobertas com calda de açúcar — eles adaptaram a ideia usando maçãs, que eram abundantes por aqui.

O resultado?

Um doce visualmente marcante e irresistível.

O nome “maçã do amor” veio de forma bem curiosa:

o patriarca da família, cansado de discutir nomes como “maçã caramelada”, soltou um “põe logo maçã do amor e vamos dormir!” — e pegou!

A associação com o amor também remete ao simbolismo da maçã na história de Adão e Eva.

Hoje, ela é presença garantida em festas juninas, parques e quermesses, trazendo aquele toque de romance e nostalgia.

💖

Aqui uma versão especial da maçã do amor com todo o clima arretado de festa junina!

A CANJICA JUNINA — CREMOSA, QUENTINHA E CHEIA DE HISTÓRIA!

A origem da canjica é um verdadeiro caldeirão cultural, com três versões principais disputando a autoria desse prato tão amado nas festas juninas:

Africana

Uma das teorias mais aceitas diz que a canjica veio da África. No idioma quimbundo, falado em Angola, existe a palavra *“kanzika”*, que significa uma papa de milho. Escravizados africanos teriam trazido essa receita ao Brasil, adaptando-a com ingredientes locais. 

Indígena

Outra versão aponta para os povos indígenas brasileiros, como os Tupinambás, que já preparavam papas de milho muito antes da chegada dos colonizadores. O milho, afinal, é nativo das Américas e base da alimentação indígena. 

Asiática

Uma terceira hipótese, mais curiosa, sugere que a canjica teria raízes na Índia, com a palavra “kanji”, que designa um mingau de arroz com leite. Essa teoria é menos aceita, mas mostra como pratos semelhantes surgem em diferentes culturas.

 

Apesar do mistério sobre sua origem exata, o que é certo é que a canjica se tornou um ícone das festas juninas brasileiras, especialmente no Sudeste e no Nordeste. Em algumas regiões, como no Nordeste, ela é chamada de mungunzá, e pode até ser salgada!

A história do 'pé de moleque!'

 O pé de moleque! Um clássico das festas juninas e das cozinhas mineiras — e com uma história tão saborosa quanto o próprio doce.

 


O pé de moleque tem origem no período colonial brasileiro, quando o amendoim, muito consumido por povos africanos escravizados, foi combinado com a rapadura, resultando nesse doce crocante e energético. A receita lembra outras iguarias do mundo, como o *nougat* francês e o *turrón* espanhol, que também misturam castanhas com açúcares.

Sobre o nome curioso, existem duas versões bem divertidas: 

1. Uma diz que o nome veio da aparência do doce, que lembraria os calçamentos de pedra irregulares das ruas antigas — chamados de “pé de moleque” em cidades como Paraty e Ouro Preto.

2. A outra versão é mais folclórica: as doceiras de rua, cansadas dos meninos roubando os doces, gritavam “Pede, moleque!” para que eles pedissem em vez de furtar. Com o tempo, o nome pegou.

 E se você quiser experimentar o melhor pé de moleque do Brasil, dizem que é em **Piranguinho, no sul de Minas**, onde até fazem o maior pé de moleque do mundo durante uma festa anual.


junho 03, 2025

A HISTÓRIA DE SÃO PEDRO NAS FESTAS JUNINAS

 


São Pedro, originalmente chamado **Simão**, nasceu em Betsaida, na Galileia, e era pescador antes de se tornar um dos discípulos mais próximos de Jesus. Ele foi apresentado a Jesus por seu irmão André, e rapidamente se tornou um dos líderes entre os apóstolos.

Jesus deu a Simão o nome de Pedro, que significa pedra, simbolizando sua futura missão de ser o alicerce da Igreja.

Pedro foi um dos primeiros a reconhecer Jesus como o Messias, mas também teve momentos de fraqueza, como quando negou Jesus três vezes antes da crucificação.

Após a ressurreição, Jesus o perdoou e reafirmou sua missão de liderar os fiéis.

Pedro se tornou o primeiro papa da Igreja Cristã e viajou pregando o Evangelho

Ele foi martirizado em Roma, por volta do ano 67 d.C, sendo crucificado de cabeça para baixo a pedido próprio, por não se considerar digno de morrer da mesma forma que Jesus.

Sua história é marcada por fé, coragem e transformação, e ele continua sendo um dos santos mais venerados do cristianismo.

 

São Pedro é celebrado no dia 29 de junho e é um dos três santos juninos, junto com Santo Antônio e São João.

Ele é conhecido como o guardião das portas do céu e o padroeiro dos pescadores, o que faz com que sua festa seja especialmente importante em comunidades litorâneas e ribeirinhas.

Nas festividades juninas, São Pedro marca o encerramento das celebrações, sendo homenageado com procissões, missas e festas populares.

Em algumas regiões, há eventos dedicados aos pescadores, que pedem proteção e boas pescas ao santo.

As comemorações incluem quadrilhas, fogueiras e comidas típicas, mantendo viva a tradição junina e a devoção ao santo.

 

SANTO ANTONIO NAS FESTAS JUNINAS

 

1 – A história de santo antonio

Santo Antônio, cujo nome de nascimento era **Fernando Antônio de Bulhões**, nasceu em **Lisboa, Portugal**, em **15 de agosto de 1195**. Ele veio de uma família nobre e recebeu uma educação sólida, ingressando na vida religiosa ainda jovem.

Aos **19 anos**, entrou para o **Mosteiro de São Vicente**, onde aprofundou seus estudos teológicos e filosóficos. Mais tarde, se juntou à **Ordem Franciscana**, inspirado pelo martírio de cinco frades franciscanos no Marrocos. Ele adotou o nome de **Antônio** em homenagem a Santo Antônio do Deserto.

Santo Antônio se destacou como um **grande pregador**, conhecido por sua eloquência e profundo conhecimento da Bíblia. Ele viajou por diversas regiões da Europa, incluindo **França e Itália**, ensinando teologia e combatendo heresias. Sua fama cresceu rapidamente, e ele passou a ser chamado de **"Martelo dos Hereges"**, devido à sua habilidade em defender a fé cristã.

Além de sua pregação, Santo Antônio realizou **muitos milagres**, como curas e conversões impressionantes. Ele faleceu em **13 de junho de 1231**, em Pádua, Itália, e foi canonizado apenas um ano depois, em **1232**, pelo Papa Gregório IX. Hoje, ele é um dos santos mais populares da Igreja Católica, sendo celebrado especialmente no Brasil e em Portugal no dia **13 de junho**.

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2 – Santo Antônio tem um papel especial nos festejos juninos

porque é celebrado no dia 13 de junho, sendo um dos santos mais populares desse período.

Ele é conhecido como o santo casamenteiro, e muitas tradições e simpatias giram em torno da busca por um casamento ou um relacionamento amoroso.

Durante as festas juninas, é comum ver simpatias como colocar a imagem de Santo Antônio de cabeça para baixo ou escrever nomes de pretendentes em papéis para descobrir quem será o futuro marido ou esposa.

Além disso, sua devoção está ligada à fé e à cultura popular, unindo celebrações religiosas com manifestações artísticas e sociais.

As festas juninas, no geral, são uma mistura de tradições religiosas e culturais, trazendo danças, músicas, comidas típicas e fogueiras, que representam a alegria e a espiritualidade do povo. Santo Antônio, junto com São João e São Pedro, forma a tríade dos santos juninos, cada um com seu papel e significado especial.

 

Santo Antônio é cercado por diversas tradições populares, especialmente no Brasil e em Portugal.

Algumas das mais comuns incluem:

Como Santo Antônio é conhecido como o "santo casamenteiro", muitas pessoas fazem simpatias para encontrar um amor. Uma das mais famosas é colocar sua imagem de cabeça para baixo até que o pedido de casamento aconteça.

Em algumas igrejas, há a tradição de distribuir o "Pão de Santo Antônio", que simboliza fartura e proteção contra a fome. Muitas pessoas guardam esse pão em casa como um amuleto.

No dia 13 de junho, fiéis participam de procissões e missas em homenagem ao santo, pedindo bênçãos e agradecendo graças alcançadas.

Como Santo Antônio é um dos santos juninos, sua celebração está integrada às festividades com quadrilhas, comidas típicas e fogueiras.

Em algumas cidades, há a tradição de realizar casamentos coletivos no dia de Santo Antônio, ajudando casais que não têm condições financeiras para uma cerimônia tradicional.

História das Duas Ostras

  Era uma vez, no fundo de um oceano azul e límpido, duas ostras que viviam lado a lado sobre uma rocha quentinha. Elas passavam o dia filtr...