Essa é uma expressão clássica, muitas vezes usada para se referir a histórias ou contos infantis populares, geralmente encantados ou cheios de magia.
Aqui vai uma versão breve e bem conhecida:
A HISTÓRIA
Era uma vez uma joaninha chamada Carochinha, conhecida por sua
simpatia e vaidade. Ela morava em uma casinha muito arrumada, com um jardim
florido que brilhava ao sol. Um dia, ao fazer uma grande faxina, encontrou uma
moedinha dourada. Muito contente, ela pensou: "Com essa moedinha, posso
fazer uma grande festa e encontrar alguém especial para casar!"
Então, vestida com seu melhor vestido e cheirando a perfume de flores,
Carochinha sentou-se na porta de sua casa e começou a chamar:
"Quem quer casar com a Carochinha, que é tão bonitinha e tem dinheiro na caixinha?"
Logo, começaram a aparecer vários animais, cada um oferecendo algo especial. O primeiro foi um rato, que disse:
"Eu quero casar com você, Carochinha! Eu sei cantar muito bem!"
Mas quando ele cantou, sua voz era tão fina e aguda que Carochinha
respondeu:
"Ah, não, sua voz vai me dar dor de cabeça."
"Eu sou muito esperto e quero casar com você!"
Mas sua voz era grave e rouca, e Carochinha não gostou.
"Ah, não! Sua voz é muito assustadora!"
O próximo foi o porco, que grunhia animado. Ele disse:
"Eu sou forte e posso cuidar de tudo por você!"
Mas Carochinha torceu o nariz:
"Ah, não! Seu grunhido é muito feio."
E assim foi, muitos animais apareceram—o cachorro, o gato, o galo—mas nenhum agradava a Carochinha.
Até que chegou o Joãozinho, um grilo simpático e gentil, com uma
voz melodiosa que parecia música. Ele disse:
"Carochinha, eu não sou muito grande, mas sou bondoso e prometo te fazer feliz!"
Carochinha sorriu e respondeu:
"Ah, você é perfeito! Vamos nos casar e celebrar com uma grande festa!"
E assim aconteceu: a Carochinha e o Joãozinho fizeram uma festa maravilhosa, com muita música e alegria, e viveram felizes para sempre em sua casinha arrumada.
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